Qual Sistema CRM é o Melhor para o meu Negócio?

Comparação entre CRMs simples e complexos para diferentes tipos de negócios.

Se você está pesquisando um sistema CRM para sua empresa, é bem provável que já tenha percebido: existem muitas opções no mercado — com promessas, planos, funcionalidades e preços bastante diferentes. Mas antes de perguntar “qual CRM é o melhor?”, vale reformular a questão: Qual CRM é o melhor para o MEU tipo de negócio? Cada empresa tem um modelo de operação. Algumas fazem vendas internas com SDRs e longas negociações. Outras trabalham com loja física, balcão e controle de estoque. Por isso, a escolha do sistema CRM certo depende mais do seu dia a dia do que da fama da ferramenta. Neste conteúdo, você vai entender: As principais diferenças entre CRMs simples e complexos Os benefícios reais de um CRM simples E como escolher o sistema ideal para o seu tipo de operação CRM Simples vs CRM Complexo A principal diferença entre um CRM simples e um mais robusto está no nível de personalização e profundidade dos dados. 📍 CRMs simples: Mais diretos, fáceis de usar e com foco em vendas rápidas Bons para quem não tem time de tecnologia ou marketing dedicado Ideal para equipes enxutas e operações de balcão ou varejo 📍 CRMs complexos: Altamente personalizáveis, com automações, APIs e integrações Úteis para operações que envolvem muitos funis, muitos dados e muitos envolvidos Indicado para times de marketing, vendas consultivas, atendimento e operação em grande escala Benefícios de um CRM simples e integrado Para quem tem uma loja física, distribuidora ou ponto de venda, um CRM simples e funcional pode fazer toda a diferença na rotina. Veja o que muda com a ferramenta certa: ✅ Organização das informações do cliente ✅ Histórico de compras e interações ✅ Agendamento de follow-ups e contatos ✅ Cotações mais rápidas ✅ Mais controle sobre o time de vendas ✅ Relatórios de desempenho claros e objetivos ✅ Mais tempo livre para focar na estratégia, não em retrabalho Qual CRM é ideal para o seu tipo de negócio? Abaixo, separamos alguns dos CRMs mais conhecidos e qual modelo de negócio se encaixa melhor em cada um: 🔹 Explend CRM     Indicado para: Lojas físicas, pontos de venda, distribuidores, autopeças, materiais de construção, prestadores de serviço. 100% integrado ao ERP Explend Emissão automática de NF, boletos e controle de estoque CRM, ERP e app de vendas em um só lugar Ideal para quem precisa de controle financeiro + vendas no balcão Implementação presencial e suporte guiado   💰 Preço: a partir de R$80/mês por usuário 📌 Mais indicado para: quem precisa de um CRM que funcione diretamente com estoque, caixa, vendas e entregas — tudo no mesmo sistema.   🔹 HubSpot CRM Indicado para: Empresas com foco em inbound marketing, geração de leads, funis complexos e automações de comunicação. Conjunto de ferramentas modulares: marketing, vendas, atendimento Ótimo para integrar com ferramentas de automação Interface intuitiva e versão gratuita robusta 💰 Preço: Freemium — Planos pagos de US$ 45 a US$ 5.000/mês 📌 Mais indicado para: empresas que querem escalar campanhas de marketing digital e nutrição de leads. 🔹 Agendor Indicado para: Times comerciais consultivos, com processo de prospecção ativa e follow-up constante. CRM brasileiro, simples e bem avaliado Foco total em vendas e relacionamento Interface prática e fácil de usar 💰 Preço: Grátis ou R$ 53/mês por usuário 📌 Mais indicado para: empresas com vendedores externos e vendas B2B. 🔹 Monday CRM Indicado para: Gestão de projetos, fluxo de tarefas e times colaborativos. Plataforma visual e modular Útil para times que trabalham com muitos projetos ao mesmo tempo Boas opções para times de marketing, vendas e atendimento 💰 Preço: US$ 8 a US$ 16/usuário/mês 📌 Mais indicado para: times híbridos que precisam organizar várias frentes de trabalho. 🔹 Pipedrive Indicado para: Equipes de vendas internas com processos bem definidos e foco em produtividade. Interface excelente para gestão de pipeline Bom nível de automações e relatórios Assistente de vendas com IA 💰 Preço: US$ 12,50 – US$ 99/usuário/mês 📌 Mais indicado para: empresas com SDRs, funis bem definidos e vendas por etapas. Conclusão O melhor CRM não é o mais famoso — é o que melhor encaixa no seu modelo de operação. Se você tem uma loja física ou ponto de venda, onde o estoque, o faturamento e a equipe de vendas estão interligados, faz muito mais sentido apostar em uma solução que já nasce pronta para isso. 📦 O CRM da Explend foi criado com foco total em empresas que vendem no balcão, controlam estoque e precisam de eficiência no dia a dia. E tudo isso ainda com suporte humanizado e ERP já integrado. No fim, o que importa não é ter o sistema mais completo — e sim o mais compatível com a sua realidade.   🔗 Clique aqui para agendar uma demonstração gratuita e experimente o CRM Explend.

O Que Seria o Tal do CRM de Vendas?

Usuário acessando CRM no notebook com telas ilustrativas do sistema

Se você tem um time comercial — ou sonha em montar um — provavelmente já ouviu falar em CRM de Vendas. Mas afinal, o que é isso na prática? Será que serve mesmo para o seu negócio ou é só mais uma daquelas siglas bonitas que ninguém sabe direito para que servem? Spoiler: um CRM pode ser justamente o que está faltando para sua empresa vender mais, com muito menos esforço. O Que Significa CRM? CRM é a sigla para Customer Relationship Management, ou, em português, Gestão de Relacionamento com o Cliente. Mas, na prática, um sistema CRM vai além de um simples cadastro de contatos: ele permite que sua empresa acompanhe todo o histórico de relacionamento com os clientes — do primeiro contato até o pós-venda. E o Que É um CRM de Vendas? É a versão do CRM voltada para organizar, acompanhar e otimizar o processo comercial da empresa. Pense como um painel de controle de tudo que envolve prospecção, atendimento e fechamento de negócios. Com um CRM de Vendas, é possível: Registrar leads e oportunidades de forma centralizada Criar funis de vendas com etapas personalizadas Agendar tarefas, reuniões e follow-ups Gerar propostas comerciais e cotações Acompanhar o desempenho com relatórios visuais O resultado? Mais previsibilidade, produtividade e controle — mesmo com times enxutos. Quais São os 5 Tipos de CRM? Dependendo do foco e das funcionalidades, os CRMs se dividem em algumas categorias principais: CRM para Gestão de Leads Focado em atrair, qualificar e nutrir oportunidades. CRM de Vendas Ajuda a organizar e acompanhar o processo comercial do início ao fim. CRM de Contatos Centraliza dados e históricos de relacionamento com clientes. CRM de Marketing Automatiza campanhas, e-mails e segmentações para atrair e engajar. CRM de Suporte (Helpdesk) Gerencia chamados e atendimento ao cliente de forma estruturada.   Alguns sistemas se especializam em apenas um tipo. Outros, como a Explend, integram mais de uma função na mesma plataforma. Como a Vida da Sua Equipe Muda com Um CRM? A diferença de um sistema CRM aparece logo nos primeiros dias de uso. Veja como a rotina comercial se transforma: Antes do CRM Informações espalhadas em e-mails, planilhas e anotações Follow-ups esquecidos Propostas manuais e desorganizadas Falta de visibilidade sobre o desempenho da equipe Depois do CRM Tudo centralizado: leads, tarefas, cotações e interações Agendamentos automáticos e alertas inteligentes Acompanhamento em tempo real Equipe mais produtiva, com menos retrabalho E Qual CRM Escolher? Não existe resposta única — tudo depende do tipo de operação que você tem. Empresas com vendas complexas e grandes equipes podem precisar de CRMs com muitos recursos, integrações e automações. Mas se você tem uma loja física, distribuidora, autopeças ou comércio local, com processos mais diretos e equipes enxutas, o ideal é um CRM que seja: Simples e fácil de usar Integrado ao seu sistema de gestão (ERP) Rápido para implementar Flexível o suficiente para se adaptar à sua rotina O CRM da Explend: Pronto Para Lojas Físicas e PDVs O CRM da Explend foi criado para atender empresas que operam no dia a dia real do varejo brasileiro. Ele se destaca por: Interface simples e intuitiva Acesso 100% na nuvem, inclusive via app Integração direta com ERP (clientes, estoque, financeiro e vendas) App de vendas para equipe externa, com modo offline Geração de cotações, propostas e relatórios em segundos Indicado especialmente para empresas com ponto de venda, como lojas de materiais de construção, ferragens, distribuidores, autopeças, prestadores de serviço e comércios em geral. Implementação Acompanhada e Suporte Humanizado Mais do que uma ferramenta, a Explend oferece acompanhamento real: Suporte próximo e humanizado Implantação guiada e assistência na migração Adaptação do sistema à sua operação e equipe Conclusão CRM não é só uma moda. É uma ferramenta que pode transformar a forma como sua empresa vende e se organiza. Se você sente que está perdendo vendas por desorganização, retrabalho ou falta de controle, talvez esteja na hora de olhar com atenção para um CRM. E se sua empresa é uma loja física ou ponto de venda, pode valer a pena conhecer uma solução pensada exatamente para essa realidade 🔗 Clique aqui para agendar uma demonstração gratuita e ver como o CRM Explend funciona na prática.

Como o varejo está transformando o atendimento no WhatsApp?

As novas tecnologias vêm revolucionando a cada dia a maneira como as empresas se comunicam com os seus clientes. Com o processo acelerado de transformação digital, já não é novidade que as interações estão muito mais rápidas e eficazes, seja qual for o tamanho ou segmento da organização. Principalmente o varejo que vem transformando essa forma de atendimento mais consistente no WhatsApp. É bem provável que você, por exemplo, já tenha feito algum tipo de compra, ou pelo menos alguma consulta via WhatsApp, não é mesmo? Afinal, 99% dos celulares no Brasil têm o aplicativo instalado. De acordo com pesquisa divulgada pelo Sebrae, pelo menos 72% dos brasileiros já usaram o WhatsApp para interagir com marcas e mais de 80% das PMEs (Pequenas e Médias Empresas) que usam o aplicativo, acreditam que ele contribui para o crescimento de seus negócios. Em 2018, o app queridinho dos brasileiros criou o WhatsApp Business – uma versão do seu mensageiro feita especialmente para as empresas. Só que, com o tempo, essa versão passou a não ser totalmente eficaz para atender algumas organizações. Isso porque a versão do aplicativo, no início, era bem simples e, basicamente, só permitia que você programasse mensagens automáticas. As solicitações devem ser respondidas uma a uma, o que gera um grande problema às empresas que precisam cada vez mais de agilidade e eficiência nos atendimentos. Com o tempo, algumas melhorias já foram realizadas. Agora já é possível colocar produtos no catálogo do app, com foto, descrição e até o preço. A solução para a parte mais simples do aplicativo faz parte de um processo que vem se popularizando cada vez mais, principalmente no varejo, que busca um sistema que permita otimizar operações e escalar o seu atendimento. Os sistemas de atendimento automatizados simulam uma conversa humana e respondem às dúvidas dos clientes. Tudo isso integrado ao WhatsApp. Além disso, os benefícios que esse tipo de ferramenta pode trazer a uma empresa de varejo são incontáveis. A automatização desse tipo de processo garante mais agilidade na hora do atendimento, precisão de resposta, redução de falhas, disponibilidade 24h, além, claro, a economia de recursos. No fim das contas, os clientes ficam satisfeitos com a opção de se comunicar com empresas em tempo real, além do tempo de espera reduzido e do fato de que eles não estão mais limitados a certos horários para fazer o contato. É importante destacar que esse processo de robotização pode ter graus de complexidade variados. O interessante é que quando você utiliza uma ferramenta para desenvolver uma solução desse tipo é possível personalizar os chatbots. Uma pizzaria, por exemplo, pode colocar o seu cardápio no WhatsApp e permitir com que o cliente tenha acesso ao menu, na palma da mão, e faça o pedido de sua pizza de forma automatizada. No caso de uma loja de roupas, por exemplo, o chatbot pode ser integrado com o seu ERP para que tenha acesso a informações dos produtos catalogados, do estoque e pode efetuar um atendimento mais completo e eficaz. A robotização do atendimento via Whatsapp oferece, portanto, um grande potencial para as empresas atraírem novos clientes e aprimorarem seu relacionamento com os atuais. E o melhor: a automação do atendimento não está disponível só para as grandes empresas, mas também aos pequenos. (Com informações do site contábeis.com.br)   Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br Siga nossas redes sociais para mais dicas:

Pandemia muda a forma como o consumidor compra

O isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19 não mudou apenas o tipo de produto comprado pelos consumidores. As pessoas também mudaram a forma de comprar. Em pouco mais de cem dias, 16,5 milhões de pessoas começaram a usar serviços de entrega em casa (delivery) e 46 milhões, que já usavam esses serviços, aumentaram a frequência, aponta o levantamento feito pelo Instituto Locomotiva. Outra novidade que surgiu com força nos últimos meses foi o consumo por meio de mensagens de WhatsApp: 18% dos internautas começaram a comprar usando essa ferramenta. E os pequenos comércios e os mercadinhos de bairros ganharam a preferência, pela proximidade da casa dos clientes – o que facilita a entrega. Daqui para a frente, 63% dos consumidores revelaram que farão mais pesquisas de preços e 42% disseram que darão mais importância às marcas que vão consumir, de acordo com o levantamento do Locomotiva. As pessoas estão mais próximas de um consumo consciente e estão cobrando as marcas pelo posicionamento que estão tendo durante a pandemia. 93% dos entrevistados acreditam que, mesmo após o fim do isolamento social, a vida não voltará a ser como era antes. Uma das principais formas de se divulgar seus produtos dentro da plataforma de troca de mensagens, é utilizando a área “Catálogo”, lançada no final de 2019. Qualquer empresa, mercado, loja, pode colocar seus produtos ou ofertas com fotos, descrição e valores. O cliente pode “puxar uma conversa” com o estabelecimento, já comentando diretamente sobre o produto que se interessou. (Com informações do site: www.em.com.br) Explend GE  Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br E siga nossas redes sociais para mais dicas e ideias:

Whatsapp: divulgue seu número com QR Code e compartilhe seu Catálogo

Negócios agora podem divulgar número comercial no WhatsApp Business por meio de QR Code   O WhatsApp liberou, nesta quinta-feira (9), o compartilhamento do número do celular por meio de um QR Code. A novidade, que estava em testes nas versões beta do aplicativo para Android e iPhone (iOS) e foi anunciada oficialmente na última semana, permite que donos de negócios compartilhem seu número no WhatsApp Business com clientes de forma mais prática. Assim, usuários interessados podem iniciar uma conversa com o negócio pelo mensageiro por meio da leitura do código com a câmera, sem a necessidade de digitar o número manualmente no aplicativo.   A ferramenta está disponível na última versão do WhatsApp Business, que pode ser baixada na Google Play Store e na App Store. A empresa aproveitou a novidade para anunciar que a versão comercial do mensageiro chegou a mais de 50 milhões de usuários. A função de QR Code também está sendo liberada aos poucos para usuários da versão comum do WhatsApp.   O novo recurso de QR Code está disponível para as contas comerciais e usuários da API do WhatsApp Business. Para usá-lo, basta acessar o menu de ajustes do mensageiro e ir em configuração da empresa > Link curto. O dono do negócio também pode personalizar uma mensagem automática que aparecerá para o cliente ao ler o QR Code do estabelecimento.   O usuário escaneia o QR Code em seu próprio WhatsApp e, ao realizar a leitura, a conversa será exibida no aplicativo. Também é possível importar o contato a partir de um print do código salvo na galeria de fotos do celular.   A ideia do WhatsApp é que comércios adicionem uma imagem do QR Code a banners, embalagens e outros meios de divulgação, a fim de facilitar o processo para clientes entrarem em contato com negócios pela plataforma.   O recurso não é, no entanto, uma forma de “esconder” o número do telefone — o outro usuário terá acesso à informação normalmente ao escanear o código. Caso o QR Code seja compartilhado com pessoas indesejadas, é possível “revogar” o código e gerar um novo, quantas vezes forem necessárias. A partir do momento em que o outro usuário adiciona o número, no entanto, não é possível impedir o envio de mensagens, a não ser que o contato seja bloqueado.   Compartilhamento de produtos e serviços Além do QR Code, o mensageiro anunciou outra novidade para o WhatsApp Business: a possibilidade de compartilhar o link de catálogos e produtos no aplicativo. Os endereços também podem ser compartilhados entre usuários para apresentar serviços que lhe interessam à venda no WhatsApp Business. O catálogo de produtos é uma das funções exclusivas das contas comerciais, e permite reunir em um só lugar a oferta de itens de um negócio no WhatsApp.   (Com adaptações de Techtudo e Tecmundo). Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br Siga nossas redes sociais para mais dicas:  

Criatividade é a saída para manter negócios e segurar empregos

Resiliência, diz o dicionário, é a capacidade de se adaptar ou até mesmo evoluir após momentos de adversidade. Uma palavra que define muito bem o que move muitos empresários neste momento de incerteza. A pandemia do coronavírus, que não tem data nem hora para acabar, desestabilizou os empreendedores, ameaçando o faturamento de quase todos os setores da economia. Mas há quem resista e, com criatividade, busque soluções inovadoras para manter seus negócios de pé.   O cenário é desafiador, sobretudo, para micro e pequenos empresários, com pouco capital de giro. Na opinião de Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), um processo recessivo bastante pronunciado se anuncia. “Mesmo nesse cenário, há subprodutos positivos”, diz. O especialista lembra que a necessidade é a mãe da criatividade. “O ser humano tem instinto de poupar energia, por isso se esforça na medida que precisa. A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação”, afirma. Várias possibilidades, antes alternativas, se mostraram eficientes e vão se perpetuar, diz o professor. “As pessoas estão despertando para novas formas de trabalho. O que faz o homem caminhar é a busca incessante para vencer as adversidades”, acrescenta.   Essa busca é incansável para o empresário André Vasquez, 40 anos, sócio de Marina Cavechia e Pablo Julio no Teta, bar, restaurante e queijaria que precisou fechar as portas com o decreto do governador Ibaneis Rocha, depois de dois anos servindo almoço e jantar na 103 Sul. “Tivemos que implementar o delivery, adaptar pratos e testar embalagem em 48 horas, com parte da equipe em férias”, conta André.   O Teta criou um cartão de presente, para usar no delivery ou quando o restaurante reabrir as portas. “As pessoas continuam fazendo aniversário e estão se presenteando virtualmente”, assinala André. Além disso, o estabelecimento está divulgando cursos, pelas redes sociais, de harmonização e de fabricação de queijo. “Lançamos o “Antes teta do que nunca”, uma promoção para quem está juntando os amigos por bate-papo na internet. Se encomendar até as 14h, entregamos às 19h, sem custo de frete e, dependendo do tamanho da compra, com 10% de desconto. Até chope e drinques enlatados entregamos”, explica.   Ainda assim, a receita caiu a 30%. “A gente trabalha com alguns cenários. Se o programa do governo se concretizar, com postergação de impostos, vamos empatar com o delivery. Nossa luta é sobreviver”, revela André. Na opinião do empresário, que foi rápido em criar alternativas para manter o negócio em pé, o governo está muito devagar. “Isso causa uma insegurança muito grande. É custoso contratar e treinar. Ninguém quer demitir, mas temos um limite”, alerta.   O sentido de resiliência diz que é possível evoluir diante de adversidades. Pois foi o que aconteceu com a Gaúcha Prendada, um negócio que surgiu pequeno, do tradicionalismo de Daiane Wolff Fialho, 36, de Taquara (RS). Casada com o brasiliense Rafael Costa Mendes, 36, Daiane mora há 10 anos em Brasília e, em junho do ano passado, decidiu aproveitar a experiência em vendas, adquirida em anos de trabalho numa empresa que fechou as portas, para montar um negócio próprio. “Eu faço pães e cucas artesanais, como aquelas que só têm no Rio Grande do Sul, para resgatar o sabor de casa”, conta.   As vendas eram realizadas em nove feiras semanais. O movimento foi tão bom que o marido, engenheiro agrônomo, saiu da empresa em que trabalhava, no início do ano, para se dedicar a ajudar a Gaúcha Prendada. “Investimos no negócio e levamos um susto enorme com a pandemia. Pensamos: vamos ficar em casa e esperar. Mas caímos na real de que precisamos do giro para nos manter”, assinala Daiane.   Com a suspensão das feiras no Distrito Federal, a empresa começou a receber ligações dos clientes. “Optamos por fazer entrega. No começo, foi só para sobreviver, mas conseguimos aumentar nossa receita”, revela a gaúcha. “A gente mesmo entrega, três vezes por semana. Tínhamos uma clientela fixa, mas surgiram novos clientes. Dobramos nossa produção, porque, agora, atendemos locais que não tinham feiras, como Águas Claras, Taguatinga Jardim Botânico”, diz. A ideia é manter o delivery quando tudo voltar ao normal.   Turbinada Com um serviço de delivery muito tímido, a rede Bio Mundo, de produtos saudáveis, turbinou as entregas para fazer frente ao fechamento de 75% de suas operações em Brasília. O CEO da companhia, Edmar Mothé, conta que, das 15 lojas próprias no DF, apenas cinco permanecem abertas, consideradas essenciais. “Éramos muito concentrados em lojas físicas, mas, com o fechamento de shoppings, migramos para uma plataforma mais agressiva de delivery, com um trabalho forte na mídia”, destaca. Além da rede própria, fundada em Brasília em 2015, a Bio Mundo tem mais de 100 franquias em 15 estados do país.   “O delivery começou representando 7% da nossa receita. Batemos 10%. E a expectativa é logo alcançar 15%, para chegar a 20%”, ressalta Edmar. O otimismo do empresário vem da preocupação crescente entre os clientes em adquirir produtos bons para a imunidade. “O apelo saudável ajuda. Atendemos diabéticos, celíacos, hipertensos, intolerantes à glúten e à lactose. Essas pessoas estão se cuidando mais.”   “A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação.”   (Correio Braziliense. Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar).   Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br E siga nossas redes sociais para mais dicas e ideias:

O que fazer com o estoque enquanto as lojas estiverem fechadas?

Lojas fechadas, consumidores em casa e estoque parado. Essa equação pode ser convertida em ganhos ou perdas. Depende da visão que o empreendedor tem nesse momento de quarentena por conta do avanço do novo coronavírus. Cada estratégia vai depender do tipo de negócio oferecido pela empresa. Se trabalhar com alimentos, remédios ou bens perecíveis, por exemplo, a ordem é tentar escoar tudo antes da data de validade, seja com promoções em delivery ou até mesmo doação. “Os bens essenciais continuam tendo demanda. Logo, em farmácias, supermercados e restaurantes que fazem entregas, por exemplo, o abastecimento de estoque é necessário nesse momento”, afirma o assessor econômico da Fecomércio SP, Guilherme Dietze. A entidade recomenda que estabelecimentos comerciais de bens duráveis não aumentem estoque nesse momento. O especialista ajudou a listar algumas dicas para quem atua nesse nicho conseguir dar vazão ao estoque parado e movimentar o fluxo de caixa. Confira: Diminua a margem de lucro A porta está fechada, mas o custo do estoque continua ali. O especialista sugere que o empreendedor que não tem um e-commerce negocie os produtos em redes sociais ou sites específicos para venda que atinjam a clientela do bairro, para que consiga fazer a entrega em domicílio. “Essa é a hora de vender o estoque para gerar caixa, pagar aluguel, custos básicos e funcionários, sem se preocupar tanto com a margem de lucro, pois não sabemos por quanto tempo o comércio terá que ficar parado”, diz Dietze. Ele também recomenda que o lojista procure crédito a preços acessíveis para honrar todos os pagamentos nesse período e manter a empresa aberta. “É preferível sobreviver com crédito barato agora a demitir todo mundo, vender todo o mobiliário e depois ter que recomprar tudo novamente e treinar novos funcionários. O tempo perdido com isso talvez seja maior do que tentar sobreviver durante essa crise, preservando o negócio e os empregos”, aconselha. Enxergue oportunidades Bens duráveis e semiduráveis são os que mais têm sofrido com a crise no momento. Principalmente os varejos de móveis, vestuário e eletroeletrônicos. Nesse sentido, Dietze aconselha que o empreendedor analise o contexto: crianças em casa e trabalho em esquema de home office são os cenários de boa parte da população nesse momento, por exemplo. Assim, uma loja de brinquedos pode oferecer itens educativos ou novos produtos que distraiam os pequenos, por redes sociais ou pelo mailing de pais que já tem, e negócios de móveis podem focar em utensílios para melhorar o trabalho em casa, como mesas, cadeiras e luminárias, ou até mesmo oferecer um home office planejado. “Nessa linha cabe a criatividade do brasileiro. Ache sua maneira de desovar estoque. Deixe folhetos no bairro, faça as entregas, procure saber se há interesse de compra pelo seu produto. Estoque elevado é custo e é o que a empresa menos precisa nesse momento.” Aposte em produtos com valor menor Não é um bom momento para vender itens de maior valor, como eletrônicos e eletrodomésticos, na visão do especialista. “As pessoas estão com medo de perder seus empregos”, diz. Assim, aposte em itens de menor valor, que vão trazer um retorno financeiro mais rápido para o negócio. Dietze comenta que a imprevisibilidade é o ponto central dessa crise, tanto para o cliente quanto para as empresas. Por essa razão, o foco do empreendedor deve ser fazer caixa suficiente para o próprio sustento e pagar custos fixos que não foram abonados. “Duas semanas de perdas de vendas podem ser recuperadas gradualmente depois. Mas o cenário é outro quando se fala em três a quatro meses com tudo parado.” Considere doações O momento é de solidariedade, uma vez que é completamente atípico e contraria qualquer teoria econômica. Alguns produtos de primeira necessidade podem não ter a saída esperada, por exemplo. “Muita gente já está sofrendo pela reclusão social. Pouco a pouco, oferecer certa solidariedade faz bem. Oportunismo não é palavra adequada para esse momento. Se você pode doar, é movimento razoável”, sugere Dietze. (Pequenas Empresas Grandes Negócios). Temos um outro artigo que falamos mais sobre como diminuir “O furo no estoque”, para ver é só clicar aqui. Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br E siga nossas redes sociais para mais dicas e ideias:

Cinco ferramentas para criar sua loja virtual de graça e rapidamente

A pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, fez com que muitos negócios tivessem de suspender suas operações físicas e com que muitos trabalhadores perdessem ou reduzissem sua renda. Qualquer que seja o caso, a alternativa pode ser a mesma: levar o negócio para a internet, ou seja, ter uma loja virtual. Não é preciso investir grandes somas de capital para começar no comércio eletrônico. Diversas plataformas permitem abrir uma loja virtual simples de graça e sem precisar de profissionais técnicos. Veja, a seguir, 5 ferramentas para criar sua loja virtual gratuitamente e em poucos minutos: 1. Google Meu Negócio Voltado para pequenas e médias empresas, a ferramenta gratuita Google Meu Negócio tem como principal objetivo facilitar a comunicação com consumidores que fazem buscas por empresas no Google e no Google Maps. Você pode criar um site otimizado para dispositivos móveis gratuito para representar sua empresa, usando automaticamente as informações e fotos presentes no perfil da sua empresa no Google. Depois, pode postar ofertas de negócio. Antes de começar, é necessário reivindicar o perfil da sua empresa no Google, dessa forma, as informações no site serão atualizadas automaticamente quando você alterar seu perfil, por exemplo, se sua loja física está temporariamente fechada por conta da pandemia. 2. Bip do Ebanx A fintech paranaense Ebanx lançou uma funcionalidade que permite criar a própria loja virtual em poucos minutos e começar a vender com CPF ou CNPJ. No Ebanx Beep não há assinatura ou mensalidade, mas sim uma comissão sobre cada venda. As lojas permitem pagamentos por boleto ou cartão de crédito. Também é possível criar cupons de desconto ou vouchers para uso quando seu empreendimento físico voltar a abrir as portas. 3. Loja Integrada A Loja Integrada é uma plataforma para a criação de comércios eletrônicos, pertencente ao grupo VTEX. A Loja Integrada tem 1 milhão de lojas e 20 milhões de itens comercializados, com vendas concentradas em segmentos como moda e acessórios, casa e decoração e cosméticos, perfumaria e cuidados pessoais. Os empreendedores se cadastram, escolhem produtos e selecionam as formas de pagamentos e de entrega que vão aceitar. A versão gratuita da Loja Integrada permite 5 mil visitas por mês, 50 produtos cadastrados e um administrador. 4. Olist Shops A startup paranaense Olist lançou o Olist Shops, uma vitrine virtual para que lojistas vendam seus produtos e serviços e liquidem seus estoques. Os empreendedores cadastram seus itens em cerca de três minutos: colocam título, descrição, preço e fotos. Esses produtos e serviços ficam em um site com o nome da empresa, que o consumidor pode acessar por celular ou computador. No momento da compra, cliente e empreendedor falam diretamente pelo whatsapp. Não há cobrança para abrir uma loja nem de comissão sobre vendas no Olist Shops, diferentemente do visto no Olist tradicional. 5. Wix O Wix permite criar gratuitamente uma vitrine virtual personalizável para começar a vender online. O empreendedor pode administrar seu catálogo de produtos, definir opções de pagamento, distribuir cupons e estabelecer regras de entrega e impostos para cada destino. O Wix não cobra comissão sobre vendas. (Pequenas Empresas, Grandes Negócios).   Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br E siga nossas redes sociais para mais dicas:

NFC-e, datas prorrogadas! Quando sua empresa começa emitir?

Veja no quadro abaixo as datas da implementação da NFC-e para cada empresa: Conforme a receita bruta anual, para cada empresa há uma data limite para que ela implemente a NFC-e (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica), em substituição ao Cupom Fiscal. No dia 1º de novembro de 2019 foi publicada a Resolução nº 5.313, que apresentou a prorrogação das datas que já estavam estabelecidas pela legislação. Veja: Qual o motivo dessas mudanças? O motivo é que o fisco está sempre atualizando a legislação para melhorar o monitoramento das transações comerciais, agilizar e facilitar o acesso às informações tributárias de cada empresa. A NFC-e visa oferecer uma nova alternativa, totalmente eletrônica, para os atuais documentos fiscais em papel utilizados no varejo (cupom fiscal emitido por ECF e nota fiscal modelo 2 de venda ao consumidor), reduzindo assim custos de obrigações acessórias aos contribuintes, ao mesmo tempo que possibilita o aprimoramento do controle fiscal pelas Administrações Tributárias.   Quais são as vantagens da NFC-e? Economia Dispensa do uso do Emissor de Cupom Fiscal e da intervenção técnica. Permite a utilização de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pela SEF. Redução significativa dos gastos com papel.   Agilidade Transmissão em tempo real ou on-line da NFC-e. Não há necessidade de autorização prévia do equipamento a ser utilizado.   Flexibilidade Flexibilidade de expansão de pontos de vendas nos períodos de alto movimento do comércio, sem necessidade de autorização prévia do Fisco.   O que devo fazer para realizar essa mudança na minha empresa? A Sefaz aumentou o prazo para a implementação, mas não deixe para realizar na última hora. A implantação da NFC-e é um processo minucioso, então comece a transição o mais breve possível. Essa mudança altera todo o processo da operação de venda e emissão de nota fiscal. Com a NFC-e as operações passam a ser totalmente virtuais, exigindo assim um bom software, que atenda todas as suas necessidades e também um treinamento de toda a equipe que trabalha no setor. Compreendeu a mudança que tanto é falada ultimamente? Ficou alguma dúvida? Já quer saber como é o passo a passo para realizar essa mudança na sua empresa? Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br Siga nossas redes sociais para mais dicas:

Como se planejar para realizar a implementação da NFC-e?

O que a sua empresa tem a ver com a obrigatoriedade da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica? Ultimamente você deve estar sendo “bombardeado” com tantas explicações sobre a NFC-e em Minas Gerais, não é verdade? É muita explicação para um assunto não tão complexo, mas que pode confundir um pouco. Mas essa mudança vai ser muito boa para todas as partes, tanto os lojistas quanto o consumidor final.   A melhor forma de explicar é dando um exemplo, então veja só: Você fez uma venda em seu comércio para o seu cliente, seu consumidor final. Ao receber o pagamento você emite o cupom fiscal para ele. Não é isso? Pois então, esse processo que está em mudança (mudança essa que começou em Minas Gerais no final de 2018 e vai seguir até 2020).   Com as alterações, ao invés de emitir e imprimir o cupom fiscal, você vai emitir a NFC-e. E você pode imprimi-la ou não, em uma impressora comum. A outra opção é salvar a nota fiscal do consumidor em PDF e enviar para o e-mail do seu cliente, ou por SMS, ou até mesmo no whatsapp. E agora você deve estar se perguntando: Qual o motivo dessa mudança?   O motivo é que o fisco está sempre atualizando a legislação para melhorar o monitoramento das transações comerciais, agilizar e facilitar o acesso às informações tributárias de cada empresa. A NFC-e visa oferecer uma nova alternativa, totalmente eletrônica, para os atuais documentos fiscais em papel utilizados no varejo (cupom fiscal emitido por ECF e nota fiscal modelo 2 de venda ao consumidor), reduzindo assim custos de obrigações acessórias aos contribuintes, ao mesmo tempo que possibilita o aprimoramento do controle fiscal pelas Administrações Tributárias.   Quais são as principais vantagens da NFC-e? Economia Dispensa do uso do Emissor de Cupom Fiscal e da intervenção técnica. Permite a utilização de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pela SEF. Redução significativa dos gastos com papel.   Agilidade Transmissão em tempo real ou on-line da NFC-e. Não há necessidade de autorização prévia do equipamento a ser utilizado.   Flexibilidade Flexibilidade de expansão de pontos de vendas nos períodos de alto movimento do comércio, sem necessidade de autorização prévia do Fisco.   Qual será o prazo para sua empresa começar a emitir a NFC-e? Conforme o perfil de cada estabelecimento, a renda bruta anual, há uma data limite para que ela implemente a NFC-e, em substituição ao cupom fiscal.   No dia 1º de novembro deste ano foi publicada a Resolução nº 5.313, que apresenta algumas mudanças nas datas que já estavam estabelecidas pela legislação. Veja:   I – 1º de março de 2019, para os contribuintes que se inscreverem no Cadastro de Contribuintes deste Estado a contar da referida data. II – 1º de abril de 2019, para os contribuintes: a) enquadrados no código 4731-8/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE – (comércio varejista de combustíveis para veículos automotores); b) cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais). III – 1º de julho de 2019, para os contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais), até o limite de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais). IV – 1º de outubro de 2019, para os contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais), até o máximo de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais). Novas datas: V – 1º de fevereiro de 2020, para os contribuintes cuja receita bruta anual, auferida no ano-base 2018, seja superior ou igual ao montante de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), até o máximo de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais). VI – 1º de junho de 2020, para os contribuintes cuja receita bruta anual, auferida no ano-base 2018, superior ou igual ao montante de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), até o máximo de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais). VII – 1º de setembro de 2020, para os contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018, seja superior ou igual ao montante de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais), até o limite de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). VIII –  Contribuintes que estiverem enquadrados como microempresa, ou seja, empresas que tenham receita bruta anual igual ou inferior a R$ 120.000,00, ficam dispensados da emissão da NFC-e. Mas, caso a empresa ultrapasse esse valor, a emissão da nota será obrigatória no prazo de 60 dias contados.   O que devo fazer para realizar essa mudança na minha empresa? A Sefaz aumentou o prazo para a implementação, mas não deixe para realizar na última hora. A implantação da NFC-e é um processo minucioso, então comece a transição o mais breve possível. Essa mudança altera todo o processo da operação de venda e emissão de nota fiscal. Com a NFC-e as operações passam a ser totalmente virtuais, exigindo assim um bom software, que atenda todas as suas necessidades e também um treinamento de toda a equipe que trabalha no setor. Compreendeu a mudança que tanto é falada ultimamente? Ficou alguma dúvida? Já quer saber como é o passo a passo para realizar essa mudança na sua empresa? Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br Siga nossas redes sociais para mais dicas:

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