A Importância de um Sistema ERP Automatizado no Final do Ano

A Importância de um Sistema ERP Automatizado no Final do Ano O final do ano é um período em que o ritmo das empresas muda completamente. Com as datas festivas, como Black Friday, Natal e Ano Novo, o volume de vendas dispara. Os estoques são movimentados intensamente e a demanda por atendimento ao cliente cresce significativamente. Em meio a essa correria, contar com um sistema ERP automatizado pode fazer toda a diferença. Afinal, ele ajuda a manter a empresa organizada, eficiente e preparada para atender aos clientes de forma impecável. Mas, por que ter um sistema ERP automatizado é tão importante no final do ano? Vamos explorar as principais vantagens. 1. Organização e Controle de Estoque Primeiramente, imagine a seguinte situação: o estoque está cheio, os pedidos não param de chegar e a equipe não tem uma visão clara do que está disponível. Sem um controle eficiente, é fácil perder vendas por falta de produtos. Ou, então, enfrentar problemas com excesso de mercadorias paradas. Um ERP automatizado monitora o estoque em tempo real, mostrando o que está disponível, o que está acabando e o que precisa ser reposto. Dessa forma, com um ERP automatizado, a empresa consegue prever a demanda com precisão. Isso ajuda a evitar problemas de ruptura de estoque. Ou seja, a empresa consegue atender melhor os clientes, evitar desperdícios e maximizar os lucros em um período de alta demanda. 2. Agilidade e Precisão nos Processos de Vendas Analogamente, no final do ano, os processos de venda se intensificam. Qualquer atraso ou erro pode custar caro. Um sistema ERP automatizado permite que a empresa registre, organize e processe pedidos com agilidade e sem erros. Desde a compra até a atualização do estoque e o preparo para a entrega, tudo acontece de forma fluida e sincronizada. Além disso, um ERP para gestão de vendas integra informações de diferentes canais, como loja física e e-commerce. Dessa forma, oferece uma visão completa e centralizada das transações. Com isso, é possível atender a mais clientes em menos tempo e com precisão, garantindo uma experiência positiva e, consequentemente, aumentando a fidelidade. 3. Gestão Financeira Eficiente Ademais, no final do ano, a gestão financeira se torna mais complexa. Entradas e saídas de caixa, pagamentos a fornecedores e o controle de fluxo de caixa precisam estar em equilíbrio. Só assim a empresa se mantém saudável e lucrativa. Um ERP financeiro automatizado facilita o controle de toda essa movimentação, gerando relatórios financeiros precisos e em tempo real. Com ele, a empresa tem uma visão clara das receitas e despesas, podendo tomar decisões informadas sobre investimentos e gastos. Além disso, um ERP ajuda a reduzir erros e identificar inconsistências. Essa precisão é essencial para fechar o ano com as finanças em dia. 4. Otimização do Atendimento ao Cliente Outro ponto crítico no final do ano é o atendimento ao cliente. Os consumidores têm expectativas altas e querem respostas rápidas e precisas. Um ERP automatizado centraliza as informações de cada cliente, facilitando o trabalho da equipe de atendimento. Isso significa que qualquer colaborador pode acessar o histórico de pedidos, verificar o status de entrega ou responder dúvidas rapidamente. Afinal, a satisfação do cliente é essencial nessa época do ano. Quando ele encontra um atendimento ágil e bem informado, as chances de fidelização aumentam e a imagem da empresa se fortalece. Em suma, um ERP para atendimento ao cliente permite que a empresa ofereça um suporte de alta qualidade, mesmo durante os períodos mais movimentados. 5. Análise de Desempenho e Planejamento para o Ano Novo Certamente, um ERP automatizado permite que a empresa gere relatórios detalhados sobre o desempenho no final do ano. Ele facilita a análise dos produtos mais vendidos, dos períodos de pico e das áreas que precisam de melhorias. Essa análise, portanto, ajuda a entender o que funcionou bem e a planejar estratégias mais eficazes para o próximo ano. Assim, um ERP com análise de desempenho permite que a empresa identifique padrões de comportamento dos clientes e estude o sucesso das campanhas de vendas. Com esses dados, é possível fazer ajustes para otimizar os resultados futuros. Isso garante que a empresa comece o ano novo com um plano bem estruturado, baseado em dados reais. Enfim, um sistema ERP automatizado é mais que uma ferramenta de gestão. Ele é um diferencial estratégico que permite à empresa aproveitar ao máximo as oportunidades do final do ano. Com um ERP automatizado, todos os setores da empresa — do estoque à logística, das finanças ao atendimento — trabalham de forma integrada e eficiente. Isso otimiza os processos e aumenta a produtividade. Para empresas que desejam oferecer uma experiência impecável, reduzir custos operacionais e garantir que cada cliente receba o melhor atendimento possível, investir em um ERP automatizado é uma decisão estratégica. Portanto, no final do ano, o ERP faz toda a diferença. Ele permite que a empresa não só alcance, mas também supere suas metas de vendas e termine o ano com uma base sólida para crescer ainda mais no próximo ciclo.
Criatividade é a saída para manter negócios e segurar empregos

Resiliência, diz o dicionário, é a capacidade de se adaptar ou até mesmo evoluir após momentos de adversidade. Uma palavra que define muito bem o que move muitos empresários neste momento de incerteza. A pandemia do coronavírus, que não tem data nem hora para acabar, desestabilizou os empreendedores, ameaçando o faturamento de quase todos os setores da economia. Mas há quem resista e, com criatividade, busque soluções inovadoras para manter seus negócios de pé. O cenário é desafiador, sobretudo, para micro e pequenos empresários, com pouco capital de giro. Na opinião de Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), um processo recessivo bastante pronunciado se anuncia. “Mesmo nesse cenário, há subprodutos positivos”, diz. O especialista lembra que a necessidade é a mãe da criatividade. “O ser humano tem instinto de poupar energia, por isso se esforça na medida que precisa. A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação”, afirma. Várias possibilidades, antes alternativas, se mostraram eficientes e vão se perpetuar, diz o professor. “As pessoas estão despertando para novas formas de trabalho. O que faz o homem caminhar é a busca incessante para vencer as adversidades”, acrescenta. Essa busca é incansável para o empresário André Vasquez, 40 anos, sócio de Marina Cavechia e Pablo Julio no Teta, bar, restaurante e queijaria que precisou fechar as portas com o decreto do governador Ibaneis Rocha, depois de dois anos servindo almoço e jantar na 103 Sul. “Tivemos que implementar o delivery, adaptar pratos e testar embalagem em 48 horas, com parte da equipe em férias”, conta André. O Teta criou um cartão de presente, para usar no delivery ou quando o restaurante reabrir as portas. “As pessoas continuam fazendo aniversário e estão se presenteando virtualmente”, assinala André. Além disso, o estabelecimento está divulgando cursos, pelas redes sociais, de harmonização e de fabricação de queijo. “Lançamos o “Antes teta do que nunca”, uma promoção para quem está juntando os amigos por bate-papo na internet. Se encomendar até as 14h, entregamos às 19h, sem custo de frete e, dependendo do tamanho da compra, com 10% de desconto. Até chope e drinques enlatados entregamos”, explica. Ainda assim, a receita caiu a 30%. “A gente trabalha com alguns cenários. Se o programa do governo se concretizar, com postergação de impostos, vamos empatar com o delivery. Nossa luta é sobreviver”, revela André. Na opinião do empresário, que foi rápido em criar alternativas para manter o negócio em pé, o governo está muito devagar. “Isso causa uma insegurança muito grande. É custoso contratar e treinar. Ninguém quer demitir, mas temos um limite”, alerta. O sentido de resiliência diz que é possível evoluir diante de adversidades. Pois foi o que aconteceu com a Gaúcha Prendada, um negócio que surgiu pequeno, do tradicionalismo de Daiane Wolff Fialho, 36, de Taquara (RS). Casada com o brasiliense Rafael Costa Mendes, 36, Daiane mora há 10 anos em Brasília e, em junho do ano passado, decidiu aproveitar a experiência em vendas, adquirida em anos de trabalho numa empresa que fechou as portas, para montar um negócio próprio. “Eu faço pães e cucas artesanais, como aquelas que só têm no Rio Grande do Sul, para resgatar o sabor de casa”, conta. As vendas eram realizadas em nove feiras semanais. O movimento foi tão bom que o marido, engenheiro agrônomo, saiu da empresa em que trabalhava, no início do ano, para se dedicar a ajudar a Gaúcha Prendada. “Investimos no negócio e levamos um susto enorme com a pandemia. Pensamos: vamos ficar em casa e esperar. Mas caímos na real de que precisamos do giro para nos manter”, assinala Daiane. Com a suspensão das feiras no Distrito Federal, a empresa começou a receber ligações dos clientes. “Optamos por fazer entrega. No começo, foi só para sobreviver, mas conseguimos aumentar nossa receita”, revela a gaúcha. “A gente mesmo entrega, três vezes por semana. Tínhamos uma clientela fixa, mas surgiram novos clientes. Dobramos nossa produção, porque, agora, atendemos locais que não tinham feiras, como Águas Claras, Taguatinga Jardim Botânico”, diz. A ideia é manter o delivery quando tudo voltar ao normal. Turbinada Com um serviço de delivery muito tímido, a rede Bio Mundo, de produtos saudáveis, turbinou as entregas para fazer frente ao fechamento de 75% de suas operações em Brasília. O CEO da companhia, Edmar Mothé, conta que, das 15 lojas próprias no DF, apenas cinco permanecem abertas, consideradas essenciais. “Éramos muito concentrados em lojas físicas, mas, com o fechamento de shoppings, migramos para uma plataforma mais agressiva de delivery, com um trabalho forte na mídia”, destaca. Além da rede própria, fundada em Brasília em 2015, a Bio Mundo tem mais de 100 franquias em 15 estados do país. “O delivery começou representando 7% da nossa receita. Batemos 10%. E a expectativa é logo alcançar 15%, para chegar a 20%”, ressalta Edmar. O otimismo do empresário vem da preocupação crescente entre os clientes em adquirir produtos bons para a imunidade. “O apelo saudável ajuda. Atendemos diabéticos, celíacos, hipertensos, intolerantes à glúten e à lactose. Essas pessoas estão se cuidando mais.” “A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação.” (Correio Braziliense. Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar). Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br E siga nossas redes sociais para mais dicas e ideias:
O que fazer com o estoque enquanto as lojas estiverem fechadas?

Lojas fechadas, consumidores em casa e estoque parado. Essa equação pode ser convertida em ganhos ou perdas. Depende da visão que o empreendedor tem nesse momento de quarentena por conta do avanço do novo coronavírus. Cada estratégia vai depender do tipo de negócio oferecido pela empresa. Se trabalhar com alimentos, remédios ou bens perecíveis, por exemplo, a ordem é tentar escoar tudo antes da data de validade, seja com promoções em delivery ou até mesmo doação. “Os bens essenciais continuam tendo demanda. Logo, em farmácias, supermercados e restaurantes que fazem entregas, por exemplo, o abastecimento de estoque é necessário nesse momento”, afirma o assessor econômico da Fecomércio SP, Guilherme Dietze. A entidade recomenda que estabelecimentos comerciais de bens duráveis não aumentem estoque nesse momento. O especialista ajudou a listar algumas dicas para quem atua nesse nicho conseguir dar vazão ao estoque parado e movimentar o fluxo de caixa. Confira: Diminua a margem de lucro A porta está fechada, mas o custo do estoque continua ali. O especialista sugere que o empreendedor que não tem um e-commerce negocie os produtos em redes sociais ou sites específicos para venda que atinjam a clientela do bairro, para que consiga fazer a entrega em domicílio. “Essa é a hora de vender o estoque para gerar caixa, pagar aluguel, custos básicos e funcionários, sem se preocupar tanto com a margem de lucro, pois não sabemos por quanto tempo o comércio terá que ficar parado”, diz Dietze. Ele também recomenda que o lojista procure crédito a preços acessíveis para honrar todos os pagamentos nesse período e manter a empresa aberta. “É preferível sobreviver com crédito barato agora a demitir todo mundo, vender todo o mobiliário e depois ter que recomprar tudo novamente e treinar novos funcionários. O tempo perdido com isso talvez seja maior do que tentar sobreviver durante essa crise, preservando o negócio e os empregos”, aconselha. Enxergue oportunidades Bens duráveis e semiduráveis são os que mais têm sofrido com a crise no momento. Principalmente os varejos de móveis, vestuário e eletroeletrônicos. Nesse sentido, Dietze aconselha que o empreendedor analise o contexto: crianças em casa e trabalho em esquema de home office são os cenários de boa parte da população nesse momento, por exemplo. Assim, uma loja de brinquedos pode oferecer itens educativos ou novos produtos que distraiam os pequenos, por redes sociais ou pelo mailing de pais que já tem, e negócios de móveis podem focar em utensílios para melhorar o trabalho em casa, como mesas, cadeiras e luminárias, ou até mesmo oferecer um home office planejado. “Nessa linha cabe a criatividade do brasileiro. Ache sua maneira de desovar estoque. Deixe folhetos no bairro, faça as entregas, procure saber se há interesse de compra pelo seu produto. Estoque elevado é custo e é o que a empresa menos precisa nesse momento.” Aposte em produtos com valor menor Não é um bom momento para vender itens de maior valor, como eletrônicos e eletrodomésticos, na visão do especialista. “As pessoas estão com medo de perder seus empregos”, diz. Assim, aposte em itens de menor valor, que vão trazer um retorno financeiro mais rápido para o negócio. Dietze comenta que a imprevisibilidade é o ponto central dessa crise, tanto para o cliente quanto para as empresas. Por essa razão, o foco do empreendedor deve ser fazer caixa suficiente para o próprio sustento e pagar custos fixos que não foram abonados. “Duas semanas de perdas de vendas podem ser recuperadas gradualmente depois. Mas o cenário é outro quando se fala em três a quatro meses com tudo parado.” Considere doações O momento é de solidariedade, uma vez que é completamente atípico e contraria qualquer teoria econômica. Alguns produtos de primeira necessidade podem não ter a saída esperada, por exemplo. “Muita gente já está sofrendo pela reclusão social. Pouco a pouco, oferecer certa solidariedade faz bem. Oportunismo não é palavra adequada para esse momento. Se você pode doar, é movimento razoável”, sugere Dietze. (Pequenas Empresas Grandes Negócios). Temos um outro artigo que falamos mais sobre como diminuir “O furo no estoque”, para ver é só clicar aqui. Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br E siga nossas redes sociais para mais dicas e ideias: