O Que Seria o Tal do CRM de Vendas?

Usuário acessando CRM no notebook com telas ilustrativas do sistema

Se você tem um time comercial — ou sonha em montar um — provavelmente já ouviu falar em CRM de Vendas. Mas afinal, o que é isso na prática? Será que serve mesmo para o seu negócio ou é só mais uma daquelas siglas bonitas que ninguém sabe direito para que servem? Spoiler: um CRM pode ser justamente o que está faltando para sua empresa vender mais, com muito menos esforço. O Que Significa CRM? CRM é a sigla para Customer Relationship Management, ou, em português, Gestão de Relacionamento com o Cliente. Mas, na prática, um sistema CRM vai além de um simples cadastro de contatos: ele permite que sua empresa acompanhe todo o histórico de relacionamento com os clientes — do primeiro contato até o pós-venda. E o Que É um CRM de Vendas? É a versão do CRM voltada para organizar, acompanhar e otimizar o processo comercial da empresa. Pense como um painel de controle de tudo que envolve prospecção, atendimento e fechamento de negócios. Com um CRM de Vendas, é possível: Registrar leads e oportunidades de forma centralizada Criar funis de vendas com etapas personalizadas Agendar tarefas, reuniões e follow-ups Gerar propostas comerciais e cotações Acompanhar o desempenho com relatórios visuais O resultado? Mais previsibilidade, produtividade e controle — mesmo com times enxutos. Quais São os 5 Tipos de CRM? Dependendo do foco e das funcionalidades, os CRMs se dividem em algumas categorias principais: CRM para Gestão de Leads Focado em atrair, qualificar e nutrir oportunidades. CRM de Vendas Ajuda a organizar e acompanhar o processo comercial do início ao fim. CRM de Contatos Centraliza dados e históricos de relacionamento com clientes. CRM de Marketing Automatiza campanhas, e-mails e segmentações para atrair e engajar. CRM de Suporte (Helpdesk) Gerencia chamados e atendimento ao cliente de forma estruturada.   Alguns sistemas se especializam em apenas um tipo. Outros, como a Explend, integram mais de uma função na mesma plataforma. Como a Vida da Sua Equipe Muda com Um CRM? A diferença de um sistema CRM aparece logo nos primeiros dias de uso. Veja como a rotina comercial se transforma: Antes do CRM Informações espalhadas em e-mails, planilhas e anotações Follow-ups esquecidos Propostas manuais e desorganizadas Falta de visibilidade sobre o desempenho da equipe Depois do CRM Tudo centralizado: leads, tarefas, cotações e interações Agendamentos automáticos e alertas inteligentes Acompanhamento em tempo real Equipe mais produtiva, com menos retrabalho E Qual CRM Escolher? Não existe resposta única — tudo depende do tipo de operação que você tem. Empresas com vendas complexas e grandes equipes podem precisar de CRMs com muitos recursos, integrações e automações. Mas se você tem uma loja física, distribuidora, autopeças ou comércio local, com processos mais diretos e equipes enxutas, o ideal é um CRM que seja: Simples e fácil de usar Integrado ao seu sistema de gestão (ERP) Rápido para implementar Flexível o suficiente para se adaptar à sua rotina O CRM da Explend: Pronto Para Lojas Físicas e PDVs O CRM da Explend foi criado para atender empresas que operam no dia a dia real do varejo brasileiro. Ele se destaca por: Interface simples e intuitiva Acesso 100% na nuvem, inclusive via app Integração direta com ERP (clientes, estoque, financeiro e vendas) App de vendas para equipe externa, com modo offline Geração de cotações, propostas e relatórios em segundos Indicado especialmente para empresas com ponto de venda, como lojas de materiais de construção, ferragens, distribuidores, autopeças, prestadores de serviço e comércios em geral. Implementação Acompanhada e Suporte Humanizado Mais do que uma ferramenta, a Explend oferece acompanhamento real: Suporte próximo e humanizado Implantação guiada e assistência na migração Adaptação do sistema à sua operação e equipe Conclusão CRM não é só uma moda. É uma ferramenta que pode transformar a forma como sua empresa vende e se organiza. Se você sente que está perdendo vendas por desorganização, retrabalho ou falta de controle, talvez esteja na hora de olhar com atenção para um CRM. E se sua empresa é uma loja física ou ponto de venda, pode valer a pena conhecer uma solução pensada exatamente para essa realidade 🔗 Clique aqui para agendar uma demonstração gratuita e ver como o CRM Explend funciona na prática.

Dicas para sua empresa entrar em 2021 sem pendências

O ano de 2020 não foi fácil pra ninguém, muito menos para os empreendedores. Muitos ainda estão em fase de recuperação, mas a melhora gradual da economia dá esperança de um 2021 um pouco mais positivo para os negócios.   Cabe a quem empreende estar preparado para a retomada, e isso passa pela organização da sua gestão. O analista de políticas públicas do Sebrae, Gabriel Rizza, afirma que é essencial ficar atento às questões trabalhistas, tributárias e de crédito neste fim de ano.   “É essencial que o empreendedor faça um planejamento para superar a pandemia, de olho nos prazos, tributos e demais formalidades que garantem o funcionamento saudável do negócio”, indica.   O Sebrae elaborou cinco dicas práticas com as principais questões que precisam ser observadas nesse planejamento. Confira:   Dívidas com o Simples A Receita Federal confirmou que, excepcionalmente, em razão da pandemia, não haverá exclusão de microempresas do Simples Nacional em 2020. Porém, haverá a notificação de débitos existentes. Caso tenha volume no caixa, tente negociar.   13º Salário No caso de adesão à redução de jornada, o Ministério da Economia determinou que o cálculo deve ser feito baseado no salário integral do colaborador. Isso significa que a redução da jornada de trabalho não entra na conta. O prazo para pagamento da primeira parcela venceu no dia 30 de novembro. A segunda parcela deve ser paga até 20 de dezembro.   Jornada suspensa e 13º Para aqueles colaboradores que tiveram suspensão de um ou mais meses de trabalho, de acordo com Nota Técnica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o tempo de suspensão não entra nos cálculos do pagamento do 13º. Desse modo, a conta deve ser feita baseada somente nos meses trabalhados.   Renegociação de dívidas A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional – PGFN – está com condições especiais para negociação e em cada estado também há iniciativas semelhantes. Converse com seu contador e veja se sua empresa pode se beneficiar.   Acesse o link do site “Regularize” e verifique qual a melhor opção para a sua empresa. O prazo final para adesão em várias modalidades de renegociação é 29 de dezembro. Diversos bancos também estão fazendo movimentos semelhantes com propostas interessantes.   Opção pelo Simples em 2021 Para quem deseja fazer adesão ao regime simplificado de tributação, em janeiro do ano que vem, é importante eliminar as pendências. Aproveite para verificar com antecedência se existe algum problema e regularize sua situação. (Com informações do Diário do Comércio).   Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br Siga nossas redes sociais para mais dicas:

O que é a LGPD?

LGPD é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil, sancionada em agosto de 2018. A LGPD estabelece regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo mais proteção e penalidades para o não cumprimento.   Quando o assunto é a regulamentação das políticas de uso de dados, o panorama atual evidencia o surgimento de novas tendências globais, com mudanças significativas em sistemas jurídicos de inúmeros países, cujo foco está em traçar diretrizes claras rumo à privacidade e segurança.   No Brasil, essa tendência também ganhou espaço. Após oito anos de debates e redações, em 14 de agosto de 2018, o presidente Michel Temer sancionou a Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil (LGPD), Lei 13.709/2018. A lei está em vigor desde setembro de 2020, possibilitando às empresas e organizações um período para se adaptarem.   Com a LGPD, o país entra para o rol dos 120 países que possuem lei específica para a proteção de dados pessoais. A nova lei irá preencher lacunas para substituir e/ou complementar a estrutura de mais de 40 diplomas legais que, de forma esparsa, regulamentam o uso de dados no país hoje.   Quem deve se adequar à LGPD?   A LGDP é uma lei que se aplica a qualquer pessoa, física ou jurídica (pública ou privada) que faça o tratamento de dados pessoais, inclusive aqueles coletados antes do início da obrigatoriedade. Caso sua empresa trate informações de pessoas físicas, ela deve se adequar à lei.   Por que devo me adequar à LGPD?   A legislação informa penalidades bastante rígidas para quem não se adequar à LGPD, destacando:   Multas de até R$ 50 milhões. A Lei Geral de Proteção de Dados prevê sanções de 2% sobre o faturamento ou até R$ 50 milhões. Má reputação para sua empresa. Perda de parceiros. Exclusão dos dados.   Qual o prazo para me adequar à LGPD?   Se você trata Dados Pessoais, você precisa começar a adequação agora, pois são quase vinte etapas de serviços e, dependendo do volume de dados tratados, pode levar um tempo considerável, expondo sua empresa a fiscalização da Autoridade Nacional de Proteção de Dados e imposição de multas já citadas. (Luciano Nunes) Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br Siga nossas redes sociais para mais dicas:

O que fazer com o estoque enquanto as lojas estiverem fechadas?

Lojas fechadas, consumidores em casa e estoque parado. Essa equação pode ser convertida em ganhos ou perdas. Depende da visão que o empreendedor tem nesse momento de quarentena por conta do avanço do novo coronavírus. Cada estratégia vai depender do tipo de negócio oferecido pela empresa. Se trabalhar com alimentos, remédios ou bens perecíveis, por exemplo, a ordem é tentar escoar tudo antes da data de validade, seja com promoções em delivery ou até mesmo doação. “Os bens essenciais continuam tendo demanda. Logo, em farmácias, supermercados e restaurantes que fazem entregas, por exemplo, o abastecimento de estoque é necessário nesse momento”, afirma o assessor econômico da Fecomércio SP, Guilherme Dietze. A entidade recomenda que estabelecimentos comerciais de bens duráveis não aumentem estoque nesse momento. O especialista ajudou a listar algumas dicas para quem atua nesse nicho conseguir dar vazão ao estoque parado e movimentar o fluxo de caixa. Confira: Diminua a margem de lucro A porta está fechada, mas o custo do estoque continua ali. O especialista sugere que o empreendedor que não tem um e-commerce negocie os produtos em redes sociais ou sites específicos para venda que atinjam a clientela do bairro, para que consiga fazer a entrega em domicílio. “Essa é a hora de vender o estoque para gerar caixa, pagar aluguel, custos básicos e funcionários, sem se preocupar tanto com a margem de lucro, pois não sabemos por quanto tempo o comércio terá que ficar parado”, diz Dietze. Ele também recomenda que o lojista procure crédito a preços acessíveis para honrar todos os pagamentos nesse período e manter a empresa aberta. “É preferível sobreviver com crédito barato agora a demitir todo mundo, vender todo o mobiliário e depois ter que recomprar tudo novamente e treinar novos funcionários. O tempo perdido com isso talvez seja maior do que tentar sobreviver durante essa crise, preservando o negócio e os empregos”, aconselha. Enxergue oportunidades Bens duráveis e semiduráveis são os que mais têm sofrido com a crise no momento. Principalmente os varejos de móveis, vestuário e eletroeletrônicos. Nesse sentido, Dietze aconselha que o empreendedor analise o contexto: crianças em casa e trabalho em esquema de home office são os cenários de boa parte da população nesse momento, por exemplo. Assim, uma loja de brinquedos pode oferecer itens educativos ou novos produtos que distraiam os pequenos, por redes sociais ou pelo mailing de pais que já tem, e negócios de móveis podem focar em utensílios para melhorar o trabalho em casa, como mesas, cadeiras e luminárias, ou até mesmo oferecer um home office planejado. “Nessa linha cabe a criatividade do brasileiro. Ache sua maneira de desovar estoque. Deixe folhetos no bairro, faça as entregas, procure saber se há interesse de compra pelo seu produto. Estoque elevado é custo e é o que a empresa menos precisa nesse momento.” Aposte em produtos com valor menor Não é um bom momento para vender itens de maior valor, como eletrônicos e eletrodomésticos, na visão do especialista. “As pessoas estão com medo de perder seus empregos”, diz. Assim, aposte em itens de menor valor, que vão trazer um retorno financeiro mais rápido para o negócio. Dietze comenta que a imprevisibilidade é o ponto central dessa crise, tanto para o cliente quanto para as empresas. Por essa razão, o foco do empreendedor deve ser fazer caixa suficiente para o próprio sustento e pagar custos fixos que não foram abonados. “Duas semanas de perdas de vendas podem ser recuperadas gradualmente depois. Mas o cenário é outro quando se fala em três a quatro meses com tudo parado.” Considere doações O momento é de solidariedade, uma vez que é completamente atípico e contraria qualquer teoria econômica. Alguns produtos de primeira necessidade podem não ter a saída esperada, por exemplo. “Muita gente já está sofrendo pela reclusão social. Pouco a pouco, oferecer certa solidariedade faz bem. Oportunismo não é palavra adequada para esse momento. Se você pode doar, é movimento razoável”, sugere Dietze. (Pequenas Empresas Grandes Negócios). Temos um outro artigo que falamos mais sobre como diminuir “O furo no estoque”, para ver é só clicar aqui. Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend. Nosso Whatsapp: (34) 98857-3597 Ou ligue: (34) 3293-0101 Caso prefira pode enviar um e-mail para mkt@explend.com.br E siga nossas redes sociais para mais dicas e ideias:

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